Abstract

A principal informaçao de entrada para os modelos chuva-vazão é a precipitação; uma variável fundamental do ciclo hidrológico com características que dependem de seu tipo. O objetivo desde trabalho é analisar o impacto de diferentes formas de medida da precipitação em saídas de modelos chuva-vazão. As simulações hidrológicas foram realizadas com o modelo IPH II para 3 conjuntos de dados de precipitação como entrada do modelo: 1) pluviômetros, 2) chuva de radar, 3) radar mais pluviômetro – chuva analisada. A área escolhida para a realização do estudo foi a bacia do rio Barigüi, na região metropolitanade Curitiba, Paraná. Os resultados indicaram que as medidas de pluviômetros apresentam bons resultados para eventos de precipitação estratiforme. Por outro lado, simulações para eventos de precipitação com distribução espacial irregular não apresentaram bom desempenho. Além disso, as simulações hidrológicas com precipitação estimada apenas pelo radar não apresentaram resultados satisfatórios, ora subestimando ou superestimando a vazão. Os melhores resultados foram produzidos com o campo de precipitação analisada com a ANOBES.

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